sábado, 14 de novembro de 2015

"Fazendo uma auto-avaliação" - Atividade III


1 - O que tenho de mais especial?   
R.: Acho que a empatia, a maioria das vezes tento analisar um problema me colocando no lugar da outra pessoa, tento visualizar pela ótica do outro.

2 - Quais são meus dotes mais notáveis
R.: Tenho um senso de justiça muito apurado, gosto das coisas certas (fazer o que é certo) e além disso, gosto de ajudar os outros.   


“Recebendo feedback de um colega” - Atividade II


1 - Qual seria o trabalho ideal para mim?
R.: um trabalho que você tenha direcionamentos claros e integração plena com as tarefas.

2 - O que, aparentemente, me completa ou me deixa mais empolgado?
R.: domínio no assunto, tempo hábil e acompanhamento dos superiores.

3 - Em que tipo de trabalho não devo me empenhar e por quê?
R.: um trabalho que não te dê reconhecimento (a longo prazo). O sucesso depende do bem estar, psicológico e financeiro do funcionário (elementos motivacionais).

4 - O que tenho dificuldade de ver em mim mesmo?
R.:  Habilidades (skills) e reconhece-las.

5 - Para que eu seja mais bem sucedido, quais características pessoais devo mudar?
R.: Aumentar a tomada de decisões e ser um pouco mais independente.

6 - Quais características pessoais não devo mudar?
R.: Anseio pela justiça, em todas as situações.

Quem respondeu? Meu namorado (rs).

Respostas do colega - Atividade I


1 - Qual o pior trabalho que você já teve?

R.: Ficar por 2 meses fazendo tarefas administrativas, como emitir NFs, anotar recado e imprimir crachás.

2 - Este trabalho requeria esforço emocional?

R.: Sim, pois era uma coisa que eu detestava fazer.

3 - Como lidar com uma situação dessa?

R.: Meu chefe era da minha família, então mostrei insatisfação, fui alertada de que não teria previsão para deixar de fazer tais tarefas, e então mudei de emprego e consegui algo que hoje me completa.



"Entrevistada": Gabrielly (http://4b709693.blogspot.com.br/)

Para reflexão: 

Qual o impacto da crescente disponibilidade de dados e da facilidade de análise?

R.: a sociedade atualmente está vivendo o período da Era da Informação. Isso significa que, a cada dia, queremos mais e mais informações, hoje mais rápido que ontem e amanhã  mais rápido ainda. Queremos saber de muitas coisas num espaço de tempo cada vez menor. Eu creio que, em partes, essa facilidade, essa rapidez, a disponibilidade cada vez maior de informações é ruim; pelo seguinte: queremos ter muita informação sobre os mais variados assuntos, acordamos e já pegamos o smartphone para checar os emails (ainda que não esteja aguardando nenhum), em seguida já abrimos o Facebook e somos bombardeados por dezenas de manchetes na timeline. A grande maioria das coisas que lemos não é, de fato, interessante, talvez nem temos interesse no assunto mas lemos pelo simples fato de ter a informação. É como se estivéssemos ansiosos por estar demasiadamente atualizados. Pois, se alguém lhe pergunta "você viu aquele vídeo?" e você responde que não viu, certamente essa pessoa vai te olhar como se fosse um crime ainda não ter visto, e provavelmente vai ouvir um "como não? tá todo mundo comentando!" e já o suficiente pra você se sentir fora da realidade.

Acredito que, no meio desse avalanche de dados, precisamos ser mais seletivos quanto às informações que nos chegam. É preciso focar naquilo que te interessa mais, ao invés de ficar passeando nos sites de notícias a fim de tentar absorver tudo que acontece no mundo naquele dia, sem ser capaz de entende-las ou seleciona-las.

Essa ansiedade de estar sempre informado pode até vir a causar stress e outros transtornos.